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Janeiro terá chuva acima da média e sobe e desce de temperaturas


O mês de janeiro segue avançando com um padrão atmosférico cada vez mais característico do verão brasileiro. De acordo com a Climatempo, o cenário é marcado por períodos de calor mais intenso, intercalados por quedas pontuais de temperatura e pela ocorrência de chuvas convectivas fortes e irregulares, comuns nesta época do ano.

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Esse tipo de precipitação se forma, principalmente, nas áreas onde o aquecimento da superfície é mais intenso. Por isso, enquanto algumas regiões registram chuva concentrada em curtos intervalos, outras acumulam volumes frequentes e elevados, reforçando a variabilidade típica do mês.

Sul tem calor intercalado com temporais isolados

Na região Sul, que engloba Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a chuva ocorre de forma irregular e localizada. Mesmo assim, os episódios podem ser intensos em curto espaço de tempo, favorecidos pelo calor, pela umidade disponível e pela passagem de frentes frias.

A tendência é de uma sequência de dias com picos de calor, alternados por quedas temporárias de temperatura. No geral, os volumes de chuva devem ficar dentro da média climatológica para janeiro, mas com distribuição bastante irregular. Em áreas do Paraná, há indicativo de chuva um pouco acima da média ao longo do mês.

Sudeste alterna calor intenso e períodos de instabilidade

No Sudeste, que inclui São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, a chuva segue com comportamento irregular no tempo, apesar da expectativa de volumes próximos ou acima da média mensal.

Após a entrada de massas de ar mais frio, a chuva tende a perder força por alguns dias. No entanto, o retorno do calor favorece novamente o aumento da instabilidade e das pancadas, que em alguns momentos podem ser reforçadas pelo avanço de sistemas frontais.

Em São Paulo, a chuva convectiva diminui temporariamente após incursões de ar mais frio, voltando a ganhar intensidade com o reaquecimento. No Rio de Janeiro, o mês será marcado por vários episódios de calor intenso, intercalados por períodos mais amenos e sensação de tempo abafado. Já em Belo Horizonte, a previsão aponta para dias consecutivos de chuva volumosa, com pequenas pausas que podem caracterizar veranicos ou até ondas de calor pontuais.

Centro-Oeste segue com chuva frequente e tempo abafado

No Centro-Oeste, janeiro mantém o padrão de chuva frequente, especialmente em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. A nebulosidade persistente ajuda a conter as temperaturas máximas, enquanto as mínimas ficam próximas ou até abaixo da média climatológica.

Em Cuiabá, o tempo segue abafado, com sensação constante de calor e chuva recorrente. Em Campo Grande, a precipitação ocorre de forma mais irregular, alternando eventos intensos com períodos de calor elevado.

Nordeste tem calor persistente e chuva no interior

No Nordeste, o calor aumenta gradualmente ao longo de janeiro. Capitais como Salvador, Recife e Aracaju seguem com chuva mais ocasional, já que este não é o período mais chuvoso do ano nessas áreas.

A precipitação tende a se intensificar principalmente no interior da região e no norte do Nordeste, especialmente com a chegada de frentes frias mais organizadas, que ajudam a espalhar a instabilidade.

Norte registra chuva frequente e temperaturas amenas

Na região Norte, a chuva segue frequente, muitas vezes diária, o que mantém as temperaturas próximas da média histórica. Cidades como Manaus e Porto Velho continuam sob influência de instabilidade persistente.

Há áreas com volumes acima da média no Pará, no Amapá e no norte do Maranhão. Em contrapartida, o extremo oeste da Amazônia apresenta maior irregularidade na distribuição das chuvas ao longo do mês.

Tendência para o mês

A tendência geral para janeiro indica chuva acima da média em áreas do Centro-Oeste, Sudeste e parte da Região Norte, o que ajuda a conter as temperaturas máximas nessas regiões. Já o Sul do Brasil deve enfrentar chuva mal distribuída e períodos prolongados de calor, com temperaturas acima da média em vários momentos do mês.

O cenário reforça a necessidade de atenção para temporais localizados, alagamentos pontuais e variações rápidas no tempo, típicos do verão brasileiro.

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