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‘Produção brasileira de soja para 2026 segue favorável e deve ser recorde’, aponta analista


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Foto: Vinicius Ramos/Canal Rural BA

A produção brasileira de soja em 2025/26 deve totalizar 179,28 milhões de toneladas, com elevação de 4,3% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 171,84 milhões de toneladas. A estimativa é da consultoria Safras & Mercado. Em 19 de novembro, data da estimativa anterior, a projeção era de 178,76 milhões de toneladas.

A consultoria indica aumento de 1,5% na área, estimada em 48,33 milhões de hectares. Em 2024/25, o plantio ocupou 47,64 milhões de hectares. O levantamento aponta que a produtividade média deverá passar de 3.625 quilos por hectare para 3.728 quilos.

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“O quadro de produção brasileiro de soja para 2026 segue muito favorável e deve consolidar mais uma safra recorde”, avalia o analista e consultor de Safras, Rafael Silveira. “Esse cenário deverá ficar mais evidente nas próximas semanas, à medida que a colheita avance, ganhe ritmo e passe a revelar as produtividades efetivas das lavouras”, completa.

O analista destaca que a revisão para cima na estimativa de safra reflete melhoras nas perspectivas em alguns estados do Centro-Oeste, além de um bom avanço no Sudeste e uma recuperação importante no Rio Grande do Sul. “No Centro-Oeste, houve ajustes nas produtividades esperadas em Minas Gerais, onde a safra é estimada em 9,6 milhões de toneladas. Esses números ainda podem ser revisados para cima, a depender do avanço na colheita”.

Também houve melhora nas expectativas para o Goiás, favorecido por um quadro climático mais favorável entre os meses de novembro e dezembro. Já em Mato Grosso, não foram observados ajustes relevantes, e a expectativa permanece em torno de 49,7 milhões de toneladas. No Paraná, o ciclo foi bastante positivo, o que deve resultar em boas produtividades, agora estimadas em uma média de 62,5 sacas por hectare na média.

No Nordeste, houve atrasos no plantio, além de chuvas irregulares e temperaturas elevadas, fatores que prejudicam as produtividades e reduzem o potencial produtivo regional. “Apesar disso, o impacto sobre o quadro nacional é limitado. Assim, no país, a expectativa permanece de uma safra expressiva, com volumes relevantes chegando aos armazéns a partir de fevereiro e março”, conclui Silveira.

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